Direção: Cristal
Produção: Heitor
País: Brasil
Língua: Português
Ano: 2004

Confissões de uma mente perigosa
(Principal)


Lições pra toda vida
(Favoritos)


Eu, Tu, Eles
(Blogs e Flogs)


O Homem que copiava
(Downloads)


De volta para o futuro
(Posts Antigos)



" Não faço cinema. Não estudo cinema. Mas, como muita gente, sou apaixonada pela sétima arte. Aqui você vai encontrar uma visão bem particular sobre alguns filmes, a minha visão. Você pode concordar, ou não. Mas se você está aqui, com certeza temos alguma coisa em comum, o interesse por esse mundo que nos fascina a todos desde o início do século XX.
Então entre no clima e fique a vontade, e não hesite em correr pro cinema ou pra sua locadora quando a empolgação bater, ainda vamos estar por aqui quando você voltar. "

Cristal Bittencourt

Quarta-feira, Abril 05, 2006



Tá chegando, tá chegando! =D

Será que Mila ganha ingresso? Se ela não ganhar, também ninguém merece! =P

por Cristal em 11:55 AM -

Sexta-feira, Novembro 11, 2005

Mapinha para Diego sem Mira



por Cristal em 5:54 PM -

Terça-feira, Julho 12, 2005

Núcleo

Filme: Núcleo - Missão ao Centro da Terra
Ano: 2002

Cena: Um bando de figurões do governo dos EUA está no meio do deserto em busca de uma nave que possa penetrar o centro da Terra. Eles se batem com um cara construindo algo parecido, praticamente no quintal de casa.
Figurão 1 - Em quanto tempo a nave pode ficar pronta?
Maluco construindo a nave - De dez à doze anos...
Figurão 2 - De quanto você precisa para deixá-la pronta em três meses?
O maluco cai na risada e respode:
- Cinquenta bilhões de dólares.
Figurão 2 - Você aceita cheque?
Figurão 1 - Use cartão de crédito para ganhar milhas...

Mais tarde...
Técnicos de fundo de quintal, figurões, hackers e ganhadoras de Oscar já integrados... Todos testando a tal "nave".
Algo dá errado e instala-se um caos total.
Ninguém consegue fazer nada, e de repente, um sinal luminoso avisa: Missão fracassada.
Da cabine de controle, uma voz serena avisa:
- Pela vigésima segunda vez, todos na Terra morreram.

Já perto do final do filme, alguém grita:
- O núcleo voltou a girar!
E outro figurante traduz pra quem ainda não entendeu...
- A Terra está salva!

E você não consegue conter um sorrisinho... Embora saiba que a Terra, nesse caso, se restringe aos Estados Unidos da América.

Ô mulher sortuda essa Hillary Swank, faz um filminho meia boca desses, depois bate de cara com o Clint Eastwood e ganha um Oscar... Mais um!

por Cristal em 2:01 AM -

Domingo, Julho 10, 2005

Guerra dos Mundos    

Pode não ser o melhor filme de Tom Cruise, muito menos o melhor de Spielberg, nem sequer o melhor da menina prodígio Dakota Fanning, mas é um bom filme.
Frente a todos os blockbusters desacerebrados que vemos nos cinemas todas as semanas, coisas como "O Quarteto fantástico", esse pode até ser considerado uma obra prima do cinema pipoca.
Pela primeira vez vi alienígenas convincentes, destruições e mortes realmente chocantes. E o melhor, não há nenhum grande herói americano para salvar os protagonistas. Eles estão mesmo à deriva.
A partir daí o filme, em sua grande parte e apesar da grandiosidade dos efeitos especiais, pauta-se nas relações dos personagens, no desespero do ser humano. E é aí que mora a sua grandeza. Vemos que o homem pode ser tão destrutivo quanto o ser desconhecido que vem de baixo (!). "São os terroristas?" Dakota pergunta logo no começo do filme. Quase. Eles também querem matar pra conquistar mais espaço, mas são ainda mais impiedosos. E é aí que você começa a achar que não a escapatória, que ou o mundo acaba, ou o filme vai ter um final muito ruim de dar raiva. Então, um milagre acontece, eles encontram um final realmente convincente... E simples! Clap clap clap, muito bom.
Claro que há um grande deslize no final, um certo personagem que praticamente renasce das cinzas, mas tudo bem, a gente perdoa, afinal é Spielberg! E, pras nós mulheres, é Tom! ;)

por Cristal em 6:39 AM -

Quinta-feira, Fevereiro 10, 2005

O menino que não queria crescer... Tic, tac.



"A cada minuto sua luz ficava mais desmaiada, e ele sabia que se a luz apagasse seria o fim. Ela gostava tanto das lágrimas que Peter vertia que estendeu seu lindo dedinho e deixou que elas escorregassem por ali.
Sua voz estava tão fraca que de início Peter não conseguia entender o que ela dizia. Depois entendeu. Ela estava dizendo que achava que conseguiria ficar boa se as crianças acreditassem em fadas.
Peter estendeu os braços. Não havia crianças ali e era de noite. Mas ele dirigiu-se a todas que estivessem sonhando com a Terra do Nunca, e que portanto estavam muito mais perto dele do que vocês pensam, meninos e meninas em seus pijamas e indiozinhos pendurados em suas cestas dos galhos das árvores. Peter gritou:
- Vocês acreditam?
Sininho sentou-se, até um pouco abruptamente, para ouvir qual seria sua sorte.
Por vezes ela pensava ter ouvido respostas afirmativas, e outras vezes já não tinha muita certeza. Perguntou a opinião de Peter. Então ele gritou de novo:
- Se vocês acreditam, batam palmas, não deixem Sininho morrer.
Muitas bateram palmas.
Alguns não bateram.
Uns poucos vaiaram.
As palmas cessaram subitamente, como se milhares de mães tivessem corrido para o quarto das crianças a ver que diabos estava acontecendo, mas Sininho já estava salva. Primeiro a voz ficou mais forte, depois ela pulou na cama, e logo em seguida já estava voando pelo quarto, mais alegre e atrevida do que nunca. Ela nem pensou em agradecer aos que acreditaram, mas bem gostaria de pegar aqueles que vaiaram."

Este é um pequeno trexo de Peter Pan, de J.M. Barrie, livro que figura entre os meus favoritos provavelmente desde quando eu aprendi a ler. A maioria das pessoas conhece a história, viu o filme da Disney, mas nunca leu o livro... Não sabem o que estão perdendo. Espero que esse novo filme, Em busca da Terra do Nunca, possa trazer mais leitores a esse que é sem dúvida um grande livro, independentemente da forma que é encarado, seja como um texto infantil ou uma grande obra sem idade.

Quanto ao filme, sem dúvida vale a pena. É lindo e conta com atuações mais que inspiradas de Johnny e Kate, dois dos meus atores favoritos. Embora tenha tido que segurar a lágrima, confesso que esperava um pouquinho mais de magia. Mas tudo bem, quem gosta de um livro nunca se satisfaz com a sua versão cinematográfica, seja qual for, de Feliz Ano Velho a Harry Potter.
por Cristal em 2:20 AM -